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	<title>Frater AUMGN  &#38; a Sociedade Novo Aeon &#124; Thelema com Responsabilidade</title>
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		<title>ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TAO TEH KING por Euclydes L. Almeida</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 02:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tao  Teh King foi escrito aproximadamente quinhentos anos A.C. (a chamada Era Cristã). Foi escrito por um homem chamado Lao Tse, Lao Tan ou Lao Kun. Este homem tinha mais de oitenta anos de idade quando escreveu o Tao. Ele fora durante muitos anos Curador da Biblioteca Real, cargo muito importante. Desgostoso com a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>O Tao  Teh King foi escrito aproximadamente quinhentos anos A.C. (a chamada Era Cristã). Foi escrito por um homem chamado Lao Tse, Lao Tan ou Lao Kun. Este homem tinha mais de oitenta anos de idade quando escreveu o Tao. Ele fora durante muitos anos Curador da Biblioteca Real, cargo muito importante. Desgostoso com a decadência da arte de governar na China, e principalmente com a conduta de seu rei, Lao resolveu deixar o país. Tinha, repito, pelo menos oitenta anos de idade, e nunca pusera pé fora da China. Mas, resolveu ir viver na Mongólia, e dirigiu-se para a Grande Muralha solicitando passagem ao Guardião das Bordas.</p>
<p>Lao Tse nunca escrevera coisa alguma; no entanto era considerado um dos mais profundos pensadores da nação. O Guardião das Bordas informou-o,  com aquela sutileza característica chinesa,, de que não podia permitir que um homem de sua capacidade passasse as fronteiras sem deixar algo que resumisse, para as gerações futuras, o seu pensamento e a sua sabedoria. Citou inclusive uma antiga lei de que não era permitido a nenhum letrado que tivesse ocupado posição oficial na hierarquia governamental  deixar o país sem codificar antes, para a Biblioteca Real, um testamento intelectual e político.</p>
<p>Este gesto do Guardião das Bordas foi sutil porque Lao Tse era um Mestre do Tao, cuja principal característica é o silêncio, e não teria, em quaisquer outras circunstâncias, escrito coisa alguma. Mas haviam três razões fundamentais, na condição imposta pelo Guardião das Bordas, suficientes para fazer falar um taoista. Primeiro, o Guardião estava citando uma lei; segundo, o Guardião estava lembrando a Lao Tse que este havia, até bem recentemente, sido Bibliotecário Real, e era, por assim dizer, uma conseqüência deste cargo que lhe fosse requerido escrever algo para a biblioteca; e terceiro, Lao Tse queria sair da China, e ir para a Mongólia, e a maneira mais fácil, mais eficiente, mais silenciosa de conseguir este desejo, no momento, falar. E, portanto, Lao Tse “falou” – isto é, escreveu o Livro do Tao. Assim Lao Tse entrou na Mongólia inóspita e selvagem, contra as investidas de cujas tribos os civilizados chineses haviam levantado aquela maravilha nunca ultrapassada em matéria de fortificação, a Grande Muralha.</p>
<p>De que trata o Livro do Tao? Da arte de governar – a arte mais simples e mais negligenciada do mundo; a arte que, enquanto foi praticada na China, conservou viva e unida uma cultura durante sete mil anos – mais tempo do que qualquer outra nação jamais  perdurou na história da humanidade. Lembro aqui que mesmo o Egipto durou menos – seus registros não alcançam além de cinco mil anos. Em terceiro lugar vem o Japão.</p>
<p>Lao Tse escr4veu o livro tendo em mente o seu rei (cuja conduta o desgostara a tal ponto que resolvera deixar a China) e os futuros reis da China – não diremos na “esperança” de que lhe seguissem os conselhos, mas para outorgar-lhes a oportunidade de assim fazerem, se o quisessem. Porém, os governantes da China não quiseram seguir os conselhos da Lao Tse – e o resultado foi que uma nação que durara sete mil anos foi conquistada em poucos séculos pelos bárbaros da Mongólia, e transformada no império dos Khans. Talvez seja apenas pura coincidência, o fato que Lao Tse saiu da China para ir morar na Mongólia.</p>
<p>A primeira condição fundamental de se governar bem uma nação é aprender a governar a si próprio.</p>
<p>Isto é um truísmo, e os truísmos são frequentemente desprezados. Mas os Livro da Tao, como qualquer um pode verificar, ensina a fazer precisamente isto; e é, nas palavras  dos sábios, “a suprema obra prima da sabedoria  iniciática.</p>
<p>Este definição – sabedoria iniciática – pode levar o céptico e o materialista a desconfiarem de que este Livro do Tao é uma tolice mística sem valor. Isto é lamentável, pois são precisamente o céptico e o materialista quem mais pode lucrar com a aplicação prática dos preceitos de Lao Tse. Digo isto porque observo que cépticos e materialistas são, em geral, homens profundamente inteligentes, moralmente corajosos ( é necessário ter muita coragem para se viver sem o apoio  da Imagem Paterna, usualmente chamada de “Deus”) e eminentemente práticos, justamente o tipo de homem que mais sucesso teria governando, e que de mais benefício seria ao povo se assumisse o governo.</p>
<p>Longe se ser uma tolice mística, o Livro do Tao é um conjunto de preceitos eminentemente práticos, que devem ser aplicados na vida diária de cada um que deseje conhecer aquela realidade que Lao Tse chamou de Tao, e os quais infalivelmente, assim aplicados, produzirão resultados imediatos e surpreendentes.</p>
<p>Mas como isto é possível? Perguntarão o céptico e o materialista. Como posso eu, “sem fazer nada”, conseguir aquilo que quereria fosse feito? Como posso eu, “ocultando-me”, brilhar? Como posso eu melhorar a vida do povo “calando-me”? Como posso eu chegar a uma posição de mando sem lutar, sem falar, sem obrar?</p>
<p>A base da doutrina do Tao é a seguinte:</p>
<p>O Universo é um contínuo. Todos os homens existimos como concentrações de energia, ilhas, por assim dizer, na mar eterno do Cosmo. Um fio de unidade básica nos une, uma harmonia universal rege a todos os nossos destinos; se quisermos, podemos dizer que estamos todos, em um certo nível de consciência, em estado de empatia uns com os outros. Nossa mente consciente não percebe, em seu estado normal na maior parte de nós, esta constante comunicação, esta constante empatia; mas nem por isto deixa o nosso inconsciente, em um certo profundo nível, de senti-la e experimenta-la. De fato, toda comunicação entre seres humanos seria impossível se um tal laço não existisse; pois a linguagem, como prova a lógica, não é um processo eficiente de comunicação de idéias; é, em si, um processo desconexo a absurdo, uma simples convenção que depende, para seu uso, de uma concordância mútua entre as mentes que a empregam.</p>
<p>Esta tese – o Universo é um contínuo – é básica no estudo da Física, e não é nem mesmo pela teoria dos quanta – pois os quanta necessitam, eles mesmos, de um campo para sua propagação.</p>
<p>Sendo o Universo um contínuo, estando os homens em constante comunicação uns com os outros, segue que não é necessário falar para nos comunicarmos com nosso próximo. Pelo contrário, existe um método mais eficiente de comunicação, que consiste em utilizar este “fio” de empatia que nos une uns aos outros e que nos faz, por assim dizer, irmãos. Este fenômeno não deve ser confundido com telepatia, que é uma atividade da mente consciente, e da qual Lao Tse teria desaprovado tanto quanto de qualquer outra forma de distúrbio.</p>
<p>Mas desde que este “fio” existe em um nível de nossa consciência do qual, o nosso normal estado, nós não nos tornamos cônscios, é preciso que, se quisermos utiliza-lo para comunicação, nós abandonemos os métodos “normais” de comunicação e, neste nível “normal”, nos calemos.</p>
<p>Esta tese, aparentemente assombrosa, é um fato, mas deve ser verificado pela prática, e a verificação é sempre individual. É inútil acreditardes no que digo – a sua fé em mim não te tornará capaz de “falar silenciosamente” ao teu próximo. É preciso que apliques as regras de Lao Tse, e que as verifique, por tua própria experiência, a realidade do que foi dito.</p>
<p>Mas – tu dirás – eu quero governar os homens diretamente. Eu quero sentar-me sobre um trono. Eu quero ser eleito presidente da república, pois o que está aí não serve.</p>
<p>Ah!&#8230;. Isto é o que tu queres, ou antes que pensas que queres; MAS SERÁ ISTO O QUE O UNIVERSO QUER?</p>
<p>Em outras palavras: nós “pensamos” que o povo necessita que nós o governemos; mas será que o povo necessita realmente disto. Nós queremos governar o povo; mas será que o povo QUER SER GOVERNADO POR NÓS?</p>
<p>Pois o TAO é a realidade intrínseca das coisas; é só pode se tornar governante de um povo aplicando o TAO aquele que é, numa determinada estação do Movimento Universal o governante natural e necessário daquele povo.</p>
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		<title>Tomai Coragem</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 14:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual estrela é, agora, a mais embelezada? Qual ponta de luz é, então, a mais emancipada? Sois Vós, ó Guerreiros da Lei! Sois Vós, ó do Tudo e do Nada! Que pensas tu ao dizerem que és devedor de sofrimento? Que sentes tu ao ajoelhar-te diante de alguém ainda mais cego? Isso não é de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: left;"><em>Qual estrela é, agora, a mais embelezada?</em></p>
<p><em>Qual ponta de luz é, então, a mais emancipada? </em></p>
<p><em>Sois Vós, ó Guerreiros da Lei! </em></p>
<p><em>Sois Vós, ó do Tudo e do Nada!</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Que pensas tu ao dizerem que és devedor de sofrimento? </em></p>
<p><em>Que sentes tu ao ajoelhar-te diante de alguém ainda mais cego? </em></p>
<p><em>Isso não é de Ti! </em></p>
<p><em>Enxerga-te! Clama teu Fulgor! Honra teu Poder!</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Tu não sentes este forte calor que emerge em teu peito? </em></p>
<p><em>Tu não escutas o uivo feroz de teu Interior repleto de Luz? </em></p>
<p><em>Coragem, ó Grande Senhor de fama oculta! </em></p>
<p><em>Glória, ó Trovejante Lobo de face turva!</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Se tão bela túnica não te serve, não use! </em></p>
<p><em>Se esta outra não te agrada, recuse! </em></p>
<p><em>Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei; </em><strong><em>AL i 40 </em></strong></p>
<p><em>Amor é a lei, amor sob vontade. </em><strong><em>AL i 57</em></strong></p>
<blockquote><p>Poema escrito em meados de 2001e.v.</p></blockquote>
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		<title>Instrução de Frater Sekhem aos Frati AUMGN e Teth Khan 777</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 00:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Campos dos Goytacazes, 22 de julho de 2010 e.v. Olá Caros Irmãos AUMGN e Tethkhan777 93 Paralelo aos trabalhos de organização da Ordem que estamos realizando, sinto que é o momento para iniciarmos a passagem de algumas informações, reflexões e chaves sobre o nosso &#8220;Sistema&#8221;, que possibilitarão um aprofundamento diferenciado, próprio de nosso &#8220;Círculo&#8221;, permitindo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>Campos dos Goytacazes, 22 de julho de 2010 e.v.</p>
<p>Olá Caros Irmãos AUMGN e Tethkhan777</p>
<p>93</p>
<p>Paralelo aos trabalhos de organização da Ordem que estamos realizando, sinto que é o momento para iniciarmos a passagem de algumas informações, reflexões e chaves sobre o nosso &#8220;Sistema&#8221;, que possibilitarão um aprofundamento diferenciado, próprio de nosso &#8220;Círculo&#8221;, permitindo que afinemos o discurso &#8220;instrucional&#8221;, teórico e prático, diante daqueles que buscarem nossa Ordem.</p>
<p>Sem dúvida, cada um de vocês reuniram, durante anos de estudos e práticas, um cabedal de informações que não será menosprezado, muito pelo contrário. Mas, teremos que recomeçar e reavaliar muitas ideias e conto com a paciência de vocês, pois tocaremos em assuntos já conhecidos, mas, em alguns casos, avaliados sobre outra ótica.</p>
<p>Nosso primeiro tema será: Quem somos?</p>
<p>Em primeiro lugar isso não tem nada haver com as definições que buscamos em nosso estatuto, pois não falo de um ponto de vista jurídico, mas Iniciático.</p>
<p>Tendo por base os currículos que estamos elaborando, a primeira coisa que devemos entender é que somos uma Escola Iniciática, cuja finalidade é possibilitar que seus membros consigam alcançar um grau de consciência que lhe permita saber qual é a sua Verdadeira Vontade e como exercê-la em sua vida.</p>
<p>Dito com essas pouca palavras podemos achar que isso é uma coisa muito simples que, com o tempo, o  realizaremos sem problema. Outrossim, distinguir Verdadeira Vontade de emanações do ego é tão difícil quanto tentar saber se um copo de água contém água contaminada ou filtrada.</p>
<p>Desta forma, temos que, aos poucos, delinear um Caminho que nos permita ter a necessária percepção para lidar com as armadilhas deste ego, que como pequeno simulacro,  ele nos está constantemente armando.</p>
<p>Este Caminho começa, para nós Aspirantes à Thelema, com a conscientização de que nosso foco é olhar as coisas do ponto de vista do Sol. Nossa reflexão será então o texto de Achad, “Passando do Velho ao Novo Aeon”.</p>
<p>Embora simples, este texto nos fala uma grande verdade: o Sol não nasce, nem morre, isto é uma ilusão provocada pelo ponto de vista de nossa observação. O Sol está sempre lá, brilhando e sustentando o seu Sistema. Assim, Novo Aeon não é só uma questão de “Precessão de Equinócios”, mas de percepção. Por isso, não adianta tentar convencer alguém a aceitar o Aeon de Horus, por mais fenômenos astronômicos possamos mostrar. ESTADO DE CONSCIÊNCIA É ESTADO DE VIDA.</p>
<p>Tendo isso em vista, não podemos cair no erro de acusar outras consciências de estarem desajustadas e em um Velho Aeon, já que foi proclamado um Novo, pois volto a dizer, não se trata de “precessões”, mas de estado de consciência, de percepção de uma verdade.</p>
<p>Nisso, nosso mais Sagrado Livro nos diz: “&#8230;não discutas; não convertas; não fales demais!”(“&#8230;argue not; convert not; talk not overmuch!”). Liber Al III-42.</p>
<p>Por isso a Lei não é pregada, mas “proclamada”. Por isso também, para que sejam dos nossos é imprescindível que, mesmo nos estágios iniciais, haja uma aceitação de Liber Al vel Legis e da percepção de que estamos em um Novo Aeon. Este é o Grau de Probacionista, tanto da OCT, quando da A.&#8217;. A.&#8217;.</p>
<p>Notem que na Santa Ordem o Grau de Probacionista está fora da Árvore da Vida, quase como um anexo ao Neófito, mas na verdade bem longe da consciência deste último. A grande tarefa do Probacionista da Santa Ordem é mover-se de sua consciência mundana, onde as percepções são aparentes, para uma realidade que vem de uma convicção dada pela mudança do ponto de vista de como observa o Universo.</p>
<p>Por isso, seus livros de estudo principais são Liber LXI e Liber LXV. O primeiro nos mostra a história da Ordem sob o ponto de vista de um Iniciado do Colégio Interno, alguém que usa suas palavras de maneira hábil, tornando-as factuais e ao mesmo tempo simbólicas.</p>
<p>Assim, até para nós da OCT é importante o estudo de Liber LXI, pois ele nos mostra quais são os preceitos e caminhos de uma Verdadeira Escola, pois lá está descrito qual o principal defeito daquelas que falham em seus propósitos, uma aviso para que evitemos estes escolhos.  Para dar um exemplo de uma análise deste pequeno/grande Livro, reproduzo abaixo a primeira parte de um artigo que reproduzi em meu blog Visão Interior:</p>
<p>“Antes de entrarmos nos aspectos exclusivamente factuais sobre a história da A.&#8217;.A.&#8217;., é importante analisarmos Liber LXI- Liber Cause, uma lição preliminar, que inclui a chamada Lição de História, que explana a história real da origem da ordem. É dito que seu conteúdo é acurado no sentido ordinário da palavra. O objetivo do livro, também, é discutir certos mitos sobre a Ordem.</p>
<p>Logo no princípio, no versículo 2, nos é dito que &#8220;Em todos os sistemas de religião deve ser encontrado um sistema de Iniciação&#8221;. Podemos comprovar isso ao observarmos que nas religiões cristalizadas de hoje, mesmo aquelas que são apontadas como vinculadas à fórmula do Antigo Aeon, <strong><em><span style="text-decoration: underline;">existem aquelas pessoas que ultrapassando a forma exterior de culto e doutrina, conseguem perceber verdades intemporais, que são comuns a todas às religiões. </span></em></strong></p>
<p>Assim, os Gnósticos no Cristianismo, os Sufis no Islã, o Singon e o Vajrayana no Budismo, a Huna na religião polinésia, o Lessé Orunmilá no Culto dos Orixás (Lessé Orixá), são alguns exemplos desse sistema de iniciação que existe por traz de uma religião estabelecida.</p>
<p>O que este sistema de Iniciação deve proporcionar e, que é comum a todos, independente de religião é que este sistema &#8220;pode ser definido como o processo pelo qual um homem pode aprender daquela Coroa desconhecida&#8221;, como termina o citado versículo.</p>
<p>Liber LXI, logo no versículo 3, define que esse processo é chamado de Grande Obra e esclarece que embora ninguém possa comunicar o conhecimento ou o poder para que o buscador possa atingir aquele objetivo, é possível que haja pessoas capazes de guiar a outros.</p>
<p>Temos aí a figura do Mestre, do Guru, do Instrutor, etc. que depois de ter vivido o processo e conseguido chegar a um determinado patamar, usa o que aprendeu para guiar outros à mesma condição, mas cabe a cada um seguir o caminho e suplantar suas provas.</p>
<p>No versículo 4, o Liber nos aponta, de maneira direta, o início do caminho: &#8220;Cada homem deve ultrapassar seus próprios obstáculos, expor suas próprias ilusões&#8221;. Os Mestres, etc. podem ajudar o buscador a fazer ambos, tornando-o capaz de identificar os falsos caminhos que não levarão a lugar algum. Desta forma, embora os Mestres, etc. não possam comunicar diretamente ao buscador o conhecimento e poder, através de um método próprio, adaptado a cada buscador, eles fornecem o método ou práticas que permitem que cada um possa, por si mesmo, enfrentar suas provas e se aplicado e capaz, superá-las. <em>Um detalhe que não poderia deixar de dizer é que, independente de Aeon, cada qual, dentro de seu próprio contexto, tem plena condição de alcançar aquela &#8220;Desconhecida Coroa&#8221;.</em></p>
<p>Cabe aqui um esclarecimento: mesmo um Thelemita convicto, não tenho a ilusão infantil de que Thelema é o único caminho ou que não aja outra verdade além dela. É muito importante livrar-se do sectarismo, que é limitante e como o Livro da Lei nos diz, &#8220;a palavra de pecado é restrição&#8221;.</p>
<p><strong>Existiu o tempo em que, quando iniciamos nossos estudos em Thelema, que influenciado por outros e tendo uma</strong><strong> </strong><strong>f</strong><strong>r</strong><strong>a</strong><strong>c</strong><strong>a</strong><strong> </strong><strong>o</strong><strong>p</strong><strong>i</strong><strong>n</strong><strong>i</strong><strong>ã</strong><strong>o</strong><strong> </strong><strong>p</strong><strong>r</strong><strong>ó</strong><strong>p</strong><strong>ria, bradamos contra tudo que ident</strong><strong>i</strong><strong>f</strong><strong>i</strong><strong>c</strong><strong>a</strong><strong>m</strong><strong>o</strong><strong>s</strong><strong> </strong><strong>c</strong><strong>o</strong><strong>m</strong><strong>o</strong><strong> </strong><strong>&#8220;</strong><strong>A</strong><strong>n</strong><strong>t</strong><strong>i</strong><strong>go Aeon&#8221;. Não foram poucas as vezes</strong><strong> </strong><strong>q</strong><strong>u</strong><strong>e</strong><strong>,</strong><strong> </strong><strong>d</strong><strong>i</strong><strong>a</strong><strong>nte de sacerdotes católicos, pastores evangélicos, bonzos budistas, expositores espíritas , etc., colocávamos o dedo indicador direito nos lábios e pronunciávamos &#8220;APO PANTOS KAKO DAIMONOS&#8221; ou &#8220;para traz de mim filhos da discórdia (demônios)&#8221;. Sem dúvida a coisa mais ridícula que alguém que se diz thelemita pode fazer, pois se imbuído na Lei, cada Thelemita deve respeitar, ao máximo, o ser humano e suas crenças, cultura, grau de entendimento, etc. Hoje, ao relembrar estas atitudes insanas do passado, percebemos que o movimento thelêmico e sua mensagem de liberdade individual, possui ainda pessoas tacanhas capaz de disseminar essas ideias restritivas. Aconselho, com veemência, que cada buscador se precate de tal atitude, que não corresponde à mensagem de Thelema. O que a Lei nos traz é uma fórmula, adaptada aos tempos de hoje, pela qual pode-se chegar a resultados efetivos com mais facilidade. Mas, cada buscador deve eleger para si próprio a fórmula que deverá seguir e se optar por Thelema, será porque analisou e experimentou outras fórmulas, tendo encontrado na Lei a fórmula com que mais se identificou. Tudo é uma questão de opção ou escolha, individualmente decidido pelo buscador.</strong></p>
<p>De uma maneira<strong> </strong>implícita, podemos entender isso no versículo 5, que nos diz: &#8221; Agora a Grande Obra é uma, e a Iniciação é uma e a Recompensa é uma, contudo diversos são os símbolos com os quais o Inexprimível é revestido&#8221;.</p>
<p>No versículo 6, nos é dito: &#8220;&#8230;pois apenas uma vez a Grande Ordem bate à porta de alguém&#8221;. O que significaria isso? Que apenas temos uma oportunidade de entrar para a Ordem? Não. Sendo este Liber uma Instrução Preliminar e uma Lição de História da Ordem, os argumentos apresentado serão feitos apenas uma vez. Se o buscador identificar-se com a mesma ótimo. Por isso, antes da frase acima é dito: &#8220;Escuta, eu vos rogo, com atenção&#8230;&#8221;. Ele está se referindo à Lição de História, não à entrada na Ordem.</p>
<p>Neste versículo ainda, um outro trecho que tem causado muita confusão: &#8220;Qualquer um que conheça algum membro da desta Ordem como tal, jamais poderá conhecer outro, até que também tenha atingido a maestria&#8221;. Alguns especulam que, o membro da A.&#8217;.A.&#8217;., só conhece o seu Instrutor e futuramente seu instruído. Outros, argumento que isso é um engano, em virtude da Tarefa do Probacionista, por exemplo, dizer que o membro &#8220;falará abertamente de sua conexão com a Ordem&#8221;. Minha opinião vai por outros caminhos, e de maneira nenhuma digo que é a certa, é apenas minha opinião: conhecer um &#8220;membro desta ordem&#8221; para mim se refere às qualidades que o identificam como tal. Mas para que se possa realmente conhecer (reconhecer as qualidades de um membro) dever-se-á também atingir a maestria (das qualidades de um membro). Sendo coerente com a Lei de Thelema, busco interpretar os escritos de Therion à luz de Liber Al vel Legis, apelando sempre para a não restrição das ideias.</p>
<p>Nos seis versículos de Liber LXI, temos a Lição Preliminar, que nos leva a refletir para que possamos, com consciência, dar um passo irrevogável: entrar para a Santa Ordem. Por que irrevogável? Porque quando se chega ao Liber LXI e sua apresentação do buscador, já se passou por toda uma pesquisa sobre o que é Thelema, estando convencido de que este é o caminho a ser seguido. Com certeza, para aqueles que, com consciência e determinação, sem preguiça mental, analisaram os fatos à luz da razão, a decisão é irrevogável.</p>
<p>Está o buscador preparado para escutar a Lição de História e se for de sua vontade, assinar o Juramento e se tornar um Probacionista. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Iniciou</span></em></strong> sua Grande Obra. “</p>
<p>Queridos Irmãos, Liber LXV, fala sobre a Iniciação do ponto de Vista do SAG, tendo por base uma progressiva passagem do elemento mais denso ao mais sutil. Não falarei por agora detalhes deste Liber, pois, a ele muito nos referiremos no futuro.</p>
<p>Paralelo a tudo isso, o Probacionista da Santa Ordem toma ciência do conteúdo de todos os Libri de Classe B, pois eles contém as palavras dos Iniciados da Ordem Interna, que já não mais estão sobre as influências “dos elementos”, sendo sua consciência plenamente manifesta em seu “Senhor”(Adonai).</p>
<p>Diante de tudo isso que foi dito, a primeira chave teórica é “Consciência”. Ela é o elemento básico para que consigamos realmente evoluir no Sistema, seja da Santa Ordem, seja na OCT.</p>
<p>Em meu próximo comentário, quero abordar um assunto polêmico: Thelema é uma Religião? Será uma ótima oportunidade para que delineemos esse conceito, fundamente-o para que estejamos preparados para responder a estes questionamentos.</p>
<p>Até breve.</p>
<p>93.93/93</p>
<p>Sekhem</p>
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		<title>Liber DCCCXXXVII &#8211; A Lei da Liberdade</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 02:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei. I Eu sou geralmente perguntado porque começo minhas cartas desta forma. Não importa se estou escrevendo para minha senhora ou para meu açougueiro, sempre começo com estas onze palavras. Por que, de outra forma eu deveria começar? Que outro cumprimento poderia ser tão alegre? ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><strong>Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei.</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<h2 style="text-align: center;">I</h2>
<p>Eu sou geralmente perguntado porque começo minhas cartas desta forma. Não importa se estou escrevendo para minha senhora ou para meu açougueiro, sempre começo com estas onze palavras. Por que, de outra forma eu deveria começar? Que outro cumprimento poderia ser tão alegre? Olhe, irmão, somos livres! Regozija comigo, irmã, não existe lei além de Faze o que tu queres.</p>
<h2 style="text-align: center;">II</h2>
<p>Eu escrevo este texto para aqueles que não leram nosso Livro Sagrado, o Livro da Lei, ou para aqueles que, lendo-o, de alguma maneira falharam de alguma forma em entender sua perfeição. Pois existem muitos assuntos neste Livro, a as Boas Novas estão ora aqui, ora ali, espalhadas através do Livro como estrelas estão espalhadas pelos campos da Noite. Regozija comigo, todos vós povo! Bem no início do Livro está a carta magna de nossa divindade: &#8220;Todo homem e toda mulher é uma estrela&#8221;. Nós somos todos livres, todos independentes, todos gloriosamente brilhantes, cada um, um universo radiante. Isto não são boas novas?</p>
<p>Então vem a primeira chamada da Grande Deusa Nuit, Senhora do Céu Estrelado, que também é a Matéria em seu mais profundo sentido metafísico, que é o infinito no qual todos vivemos e nos movemos e temos nossa existência. Ouçam a primeira convocação dela a nós homens e mulheres: &#8220;Venham adiante, ó crianças, sob as estrelas, &amp; tomem sua satisfação de amor! Eu estou sobre vós e em vós. Meu êxtase está no seu. Meu gozo é ver teu gozo&#8221;. Mais tarde ela explica o mistério da aflição: &#8220;Pois eu estou dividida pelo propósito do amor, pela chance de união&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta é a criação do mundo, que a dor da divisão é como nada, e o gozo da dissolução tudo&#8221;.</p>
<p>É mostrado mais tarde como isto pode ser, como a própria morte é, um êxtase como o amor, porém mais intenso, a reunião da alma com seu verdadeiro Eu.</p>
<p>E quais são as condições deste gozo e paz, e glória? É nosso o ascetismo melancólico do Cristão, e do Budista, e do Hindu? Estamos caminhando em temor eterno que algum &#8220;pecado&#8221; nos afastaria da &#8220;graça&#8221;? De forma alguma.</p>
<p>&#8220;Sede graciosos portanto: vesti-vos todos em trajes finos; comam comidas ricas e bebem vinhos doces e vinhos que espumam. Também tomem sua satisfação e vontade de amor como vós quiserdes, quando, onde e com quem quiserdes! Porém sempre a mim.&#8221;</p>
<p>Este é o único ponto a se ter em mente, que todo ato deve ser um ritual, um ato de adoração, um sacramento. Viva como os reis e príncipes, coroados e não coroados, deste mundo, que sempre viveram, como mestres sempre vivem, porém que não se permitar auto-indulgência; faça de sua auto-indulgência sua religião.</p>
<p>Quando bebes e danças e usufrui delícias, você não está sendo &#8220;imoral&#8221;, você não está “arriscando sua alma imortal”; você está realizando os preceitos de nossa sagrada religião, providenciado apenas que você se lembre de encarar suas ações nesta luz. Não se rebaixe e destrua e vulgarize o seu prazer por omitir o gozo supremo, a consciência da paz que ultrapassa a compreensão. Não abranjas apenas Mariana ou Melusine; ela é a própria Nuit, especialmente concentrada e encarnada numa forma humana para lhe dar amor infinito, para proclamar que você saboreie mesmo na Terra o elixir da imortalidade. &#8220;Porém êxtase seja teu e gozo na Terra: sempre A mim! A mim!&#8221;</p>
<p>Novamente ela fala: &#8220;Amor é a Lei, amor sob vontade.&#8221; Mantenha puro seu mais elevado ideal; lute sempre em direção a ele sem permitir que algo lhe pare ou lhe desvie, como uma estrela percorre seu incalculável e infinito curso de glória, e tudo é amor. A Lei de nosso ser torna-se Luz, Vida, Amor, e Liberdade. Tudo é paz, tudo é harmonia e beleza, tudo é gozo.</p>
<p>Pois ouça, quão graciosa é a Deusa; &#8220;Eu dou inimagináveis gozos sobre a Terra: certeza, não fé, enquanto em vida, sobre a morte; paz impronunciável, descanso, êxtase; nem eu reclamo algo em sacrifício.&#8221;</p>
<p>Isto não é melhor que a morte-em-vida dos escravos dos Deuses-escravos, indo oprimidos pela consciência de &#8220;pecado&#8221;, cansativamente buscando ou simulando fatigantes e tediosas &#8220;virtudes&#8221;?</p>
<p>Com tais, nós que aceitamos a Lei de Thelema não temos nada a fazer. Nós ouvimos a Voz da Deusa-estrela: &#8220;Eu te amo! Eu te desejo! Pálido ou púrpura, velado ou voluptuoso, eu que sou todo prazer e púrpura, e embriaguês do senso mais íntimo, desejo você. Ponha sobre as asas e ergue o esplendor enroscado dentro de você: venha a mim!&#8221;, e então Ela termina:</p>
<p>&#8220;Canta a extasiante canção de amor a mim! Queima à mim perfumes! Usa à mim jóias! Bela à mim, pois eu amo você. Eu amo você. Eu sou a filha do poente de pálpebras azuis; eu sou o brilho nu do voluptuoso céu noturno. À mim! À mim!&#8221;, e com estas palavras &#8220;A manifestação de Nuit está em um fim&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: center;">III</h2>
<h2 style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">No capítulo seguinte de nosso Livro é dada a palavra de Hadit que é complemento de Nuit. Ele é energia eterna, o Movimento Infinito das Coisas, o âmago central de todo ser. O universo manifesto surge do casamento de Nuit e Hadit; sem isto coisa alguma poderia ser. Esta eterna, esta perpétua festa de casamento é então a própria natureza das coisas; e portanto tudo o que é, é uma cristalização do êxtase divino.</span></h2>
<p>Hadit conta-nos sobre Ele mesmo: &#8220;Eu sou a chama que queima em todo coração do homem, e no âmago de toda estrela&#8221;. Ela é então nossa própria essência divina íntima; é você e não outro, que está perdido no constante êxtase do abraço da Infinita Beleza. Um pouco depois ele fala de nós:</p>
<p>&#8220;Nós não somos para o pobre e para o triste: os senhores da Terra são nossos parentes&#8221;.</p>
<p>&#8220;Há um deus de viver em um cão? Não! porém os mais elevados são dos nossos. Eles hão de regozijar, nossos escolhidos: quem se aflige não é de nós&#8221;.</p>
<p>&#8220;Beleza e vigor, riso franco e languidez deliciosa, força e fogo, são de nós&#8221;. Mais tarde, a respeito da morte, Ele diz: &#8220;Não pense. Ó rei, sobre aquela farsa: que tu deves morrer: verdadeiramente tu não hás de morrer, porém viver. Agora que seja compreendido: Se o corpo do Rei dissolve, ele há de permanecer em puro êxtase para sempre&#8221;. Quando você sabe isto, o que resta a não ser delícias? E como vamos viver por enquanto?</p>
<p>&#8220;É uma farsa, esta loucura contra si mesmo&#8221;. [ ... ] &#8220;Seja forte, ó homem! Sente desejo, goza todas coisas de sentido e volúpia: não tema que algum Deus há de te negar por isto&#8221;.</p>
<p>De novo e de novo, em palavras como estas, Ele vê a expansão e o desenvolvimento da alma através do gozo.</p>
<p>Aqui está o Calendário de nossa Igreja: &#8220;Mas vós, ó meu povo, erguei &amp; despertai! Que os rituais sejam corretamente executados com gozo e beleza!&#8221;. Lembre-se que todos os atos de amor e prazer são rituais, devem se rituais, &#8220;Existem rituais dos elementos e banquetes das estações. Um banquete pela primeira noite do profeta e sua estações. Um banquete pela primeira noite do profeta e sua noiva! Um banquete pelos três dias da escritura do Livro da noiva! Um banquete pelos três dias da escritura do Livro da Lei. Um banquete para Tahuti e a criança do profeta-secreto, ó profeta! Um banquete pelo supremo ritual, e um banquete pelo Equinócio dos Deuses. Um banquete pelo fogo e um banquete pela água; um banquete pela vida e um banquete ainda maior para a morte! Um banquete todos os dias em seus corações no gozo de minha volúpia! Um banquete toda noite em Nu, e o prazer da íntima delícia! Sim! Banqueteie! Regozije! Não existe temor daqui em diante. Existe a dissolução, e eterno êxtase nos beijos de Nu.&#8221; Tudo depende em sua própria aceitação desta nova Lei, e não se exige que você creia em alguma coisa, que aceite uma extensão de fábulas idiotas abaixo do nível intelectual de um lenhador e do nível moral de um drogado. Tudo o que você tem à fazer é ser você mesmo, fazer sua vontade, e regozijar.</p>
<p>&#8220;Tu falhaste? Tu estás arrependido? Há medo em teu coração?&#8221;. Ele diz de novo: &#8220;Onde eu estou, estes não estão.&#8221; Existe muito mais do mesmo teor; o suficiente já foi mencionado para tornar tudo claro. Porém existe uma injunção seguinte. &#8220;Sabedoria diz: seja forte! Então podes tu suportar mais gozo. Não seja animal; refina tua volúpia! Se tu bebes, bebe pelas oito e noventa regras de arte: e se tu amas, excede pela delicadeza; e se tu fazes algo gozoso, que haja sutilidade naquilo! Porém excede! excede! Lute sempre para mais! E se tu és verdadeiramente meu — e não duvides, e se tu és sempre gozoso!— morte é a coroa de tudo&#8221;.</p>
<p>Ergam-se meus irmãos e minhas irmãs da Terra! Ponham sob teus pés todos os medos, todos Escrupulosos, todas hesitações! Ergam-se! Venham adiante, livres e gozosos, por noite e dia, para fazer tua vontade; pois &#8220;Não existe lei além de faze o que tu queres&#8221;. Ergam-se! Sigam em frente conosco na Luz e Vida e Amor e Liberdade, tomando nosso prazer como Reis e Rainhas no Paraíso e sobre a Terra.</p>
<p>O sol está erguido; o espectro das eras foi posto a voar. &#8220;A palavra de pecado é Restrição&#8221;, ou como foi de outra forma dito neste texto: Aquilo é Pecado, aprisionar teu sagrado espírito!</p>
<p>Sigam em frente, sigam em frente em teu poder; e que nenhum homem lhe atemorize.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amor é a lei, amor sob vontade.</strong></p>
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		<title>À Minha Deusa</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 00:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Amor&#8230; Rutilante véu de estrelas que veste de luz o corpo de pérolas negras da noite da humanidade&#8230; Rosa de fogo, orvalhada por uma poesia em chamas, despontando nos jardins do horizonte, para almas vagantes inebriar com o perfume de um imortal Sol de felicidade&#8230; Cálice de sonhos e feitiços derramado sobre o coração de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-113 alignnone" title="da" src="http://www.aumgn.sociedadenovoaeon.org/wp-content/uploads/2010/11/da.png" alt="" width="186" height="288" /></p>
<p style="text-align: center;">Amor&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Rutilante véu de estrelas que veste de luz o corpo de pérolas negras</p>
<p style="text-align: center;">da noite da humanidade&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Rosa de fogo,</p>
<p style="text-align: center;">orvalhada por uma poesia em chamas,</p>
<p style="text-align: center;">despontando nos jardins do horizonte,</p>
<p style="text-align: center;">para almas vagantes inebriar com o perfume de um imortal Sol de felicidade&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Cálice de sonhos e feitiços derramado sobre o coração de quem te ama,</p>
<p style="text-align: center;">soberana de um éden de felicidade perene,</p>
<p style="text-align: center;">em cujo esplendor brota o cobiçado fruto do amor,</p>
<p style="text-align: center;">nasce maviosa nascente da música,</p>
<p style="text-align: center;">em cujas águas voga a sensualidade das danças,</p>
<p style="text-align: center;">desabrocha as orquídeas selvagens do erotismo e brinca a doce brisa da</p>
<p style="text-align: center;">alegria.</p>
<p style="text-align: center;">Sua alma,</p>
<p style="text-align: center;">cosmos de amores constelados,</p>
<p style="text-align: center;">renova-se no semblante apaixonado de quem devotadamente a inunda de</p>
<p style="text-align: center;">preces ardentes,</p>
<p style="text-align: center;">na esperança de escravizar o coração de seu amado e, por conseguinte,</p>
<p style="text-align: center;">alcançar a felicidade!</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Khabs Am Pekht</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 14:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Filho, Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei. Primeiramente, que sua atenção seja direcionada para este planeta, o modo pelo qual o Aeon de Horus fez-se evidente pela Guerra universal. Este é o primeiro grande e direto resultado do Equinócio dos Deuses, e é a preparação dos corações dos homens para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>Filho,</p>
<p>Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.</p>
<p>Primeiramente, que sua atenção seja direcionada para este planeta, o modo pelo qual o Aeon de Horus fez-se evidente pela Guerra universal. Este é o primeiro grande e direto resultado do Equinócio dos Deuses, e é a preparação dos corações dos homens para o acolhimento da Lei.</p>
<p>Permita-nos lembrá-lo que esta é a formula mágica de alcance cósmico, e que é transmitida detalhadamente na lenda do Velocino de Ouro.</p>
<p>Jasão, que nesta história representa a Besta, primeiramente equipa uma nau guiado pela Sabedoria ou Atenas, e esta é sua aspiração para o Grande Trabalho. Acompanhado por muitos heróis, ele chega ao lugar do Velocino, mas eles nada podem fazer até que Medéia, A Mulher Escarlate, coloque em suas mãos uma poção &#8220;composta de sonolência, Soporífico com papoula e heléboro branco&#8221; para o dragão. Então Jasão é capaz de subjugar os touros, sagrados para Osíris, e simbólico de seu Aeon e da Fórmula Mágica do auto sacrifício. Com estes ele lavrou os campos do mundo, e semeou nestes lugares &#8220;os temidos dentes do pesar, cabedal Cadmeo da antiga miséria de Tebas&#8221;, a qual se refere a uma certa fórmula mágica anunciada pela Besta que é familiar a ti, mas inadequada ao profano, e portanto, não estendida neste lugar indicado. Desta semente homens armados saltaram para a vida; contudo, ao invés de atacá-lo, &#8220;a loucura mútua golpeia Os guerreiros insensatos, e a ira selvagem invade seus corações de fúria, e com exércitos em combate, Eles caem uns sobre os outros silenciosamente, E assassinam e assassinam.&#8221; Agora, então o Dragão estando adormecido podemos silenciosamente passar por ele, “e fendendo os ramos daquele carvalho Mágico, Com forte golpe derrubar o Velocino de Ouro.&#8221;</p>
<p>Permita-nos somente lembrar para não repetir o erro de Jasão, e desafiar Ares, que é Horus, em seu ânimo de guerreiro, que o guarda, a menos que Ele também nos golpeie com loucura. Não! mas para a glória de Ra-hoor-Khuit e o estabelecimento de Seu perfeito reino que tudo seja realizado! Agora, Ó meu filho, tu sabes que é Nossa Vontade estabelecer este trabalho, realizando por completo aquilo que Nós fomos conclamados pelo Livro da Lei. &#8220;Ajuda-me, Ó Senhor guerreiro de Tebas, em minha desvelação ante as crianças dos homens!&#8221; e esta é tua vontade, manifestando como tu tinhas feito na Esfera de Malkuth, o mundo material, fazer esta mesma coisa de um modo mais imediato e prática do que naturalmente invocaria aquele cuja manifestação esteja no Céu de Júpiter. Então, deste modo, Nós agora respondemos Tua petição filial que demandas por bom conselho de Nós quanto aos meios a serem tomados para estender a Lei de Thelema por todo o mundo.</p>
<p>Direciona então neste momento mais de perto Tua atenção para o Livro da Lei. Nele encontramos uma regra absoluta de vida e uma instrução precisa para toda emergência que possa se apresentar. Quais são, portanto, as direções nele contidas para a frutificação Daquela Inefável Semente? Rogo-te que perceba a confiança com a qual devemos proceder. &#8220;Eles irão congregar minhas crianças em seu rebanho; Eles hão de trazer a glória das estrelas para os corações dos homens.&#8221; Eles &#8220;hão de&#8221;; não há dúvida. Portanto, não duvides, mas golpeia com toda tua força. Rogo-te que perceba esta palavra: &#8220;A lei é para todos.&#8221; Portanto, &#8220;não selecione pessoa adequada&#8221; em tua sabedoria terrena; divulgue abertamente a Lei para todos os homens. Em nossa experiência Nós descobrimos que os meios mais inusitados procuram os melhores resultados; e, na verdade, isto se aproxima da verdadeira definição de uma Fórmula Mágica: que os meios, racionalmente falando, para o fim proposto. Rogo-te que perceba que Nós estamos prontos a ensinar. &#8220;Ele deve ensinar; contudo, ele pode tornar severa as ordálias&#8221;. Isto se refere, entretanto, como fica evidente pelo contexto, à técnica da Nova Magick, &#8220;os mantras e encantamentos, o obeah e o wanga; o trabalho da baqueta e o trabalho da espada.&#8221; Rogo-te que perceba a instrução no CCXXI: 41-44, 45, 51, 61, 63 x T o qual Nós ampliamos em Nosso trato A Lei da Liberdade, e em cartas particulares a ti e aos outros. A divulgação aberta desta Lei, e a prática destes preceitos, levantará discussão e animosidade, e, portanto, coloca-te sobre um rostro donde tu possas falar ao povo.</p>
<p>Rogo-te que perceba este mentor: &#8220;Lembrai-vos que existência é pura alegria; que todos os pesares são apenas sobras; eles passam e se acabam; contudo, existe aquilo que permanece.&#8221; Pois esta doutrina confortará a muitos. Existe também esta palavra: &#8220;Eles hão de rejubilar-se, nossos escolhidos; quem se lamenta não é de nós. Beleza e vigor, riso franco e langor delicioso, força e fogo, são de nós.&#8221; De fato, em todas as formas tu podes expor a alegria de nossa Lei; não, pois tu hás de transbordar com aquela alegria, e não tens necessidade de palavras. Seria, além disso, impertinente e tedioso chamar de novo tua atenção para todos aquelas passagens que tu conheces tão bem. Rogo-te que perceba que sobre instrução direta já há o suficiente. Considere a passagem &#8220;Escolhei uma ilha! Fortificai-a! Fertilizai-a toda com engenharia de guerra! Eu vos darei uma máquina de guerra! Com ela vós heis de derrotar os povos; e nenhum ficará ante vós. Espreitai! Retirai-vos! Sobre eles! Esta é a Lei da Batalha de Conquista: assim será meu culto sobre a minha casa secreta.&#8221; A última frase sugere que a ilha possa ser a Grã Bretanha, com suas Minas e Tanques; e é notável que um certo irmão obrigado à A A esteja neste momento na parte mais secreta do Conselho de Guerra Inglês. Mas é possível que toda esta instrução se refira a algum tempo mais distante quando nossa Lei, administrada por algumas Ordens como a O.T.O que se interessam por assuntos temporais, seja de peso nos conselhos dos mundo, e seja desafiada pelos pagãos, e pelos seguidores dos deuses e semideuses caídos. Rogo-te que perceba o método prático de superar a oposição fornecida na CCXXIII: 23-26. Mas isto não é para o Nosso propósito imediato nesta epístola. Rogo-te que perceba a instrução nos versos 38 e 39 do Terceiro Capítulo de Livro da Lei. Deve ser citado por completa.</p>
<p>&#8220;De forma que tua luz esteja em mim; e tua flama rubra seja como uma espada em minha mão para impor tua ordem.&#8221; Isto é, o Deus mesmo arde na Luz da Besta, e irá ele mesmo impor a ordem, por meio do fogo (talvez significando o elemento) da Besta. &#8220;Existe uma porta secreta que eu hei de fazer para estabelecer tua rota em todos os quadrantes (estas são as adorações, como tu tinhas escrito), como é dito:</p>
<p>A luz é minha; seus raios consomem Me: eu fiz uma porta secreta Para a Casa de Ra e Tum De Kephra e de Ahathoor, Eu sou teu Tebano, Ó Mentu, O profeta Ankh-af-na-khonsu!</p>
<p>Por Bes-na-Maut no peito eu bato; Pelo sábio Ta-Nech eu teço meu feitiço. Mostra teu esplendor estelar, Ó Nuit! Oferece-me tua casa para ficar, Ó alada cobra de luz, Hadit! Mora comigo, Ra-Hoor-Khuit!&#8221;</p>
<p>No comentário no Equinócio l (7) esta passagem é virtualmente ignorada. É possível que &#8220;esta porta secreta&#8221; refira-se aos quatro homens e quatro mulheres mencionadas posteriormente nos &#8220;Trabalhos de Paris&#8221;, ou pode significar a criança profetizada alhures, ou alguma preparação secreta dos corações dos homens. ë difícil decidir sobre tal ponto, mas podemos ter certeza de que o Evento mostrará que o exato fraseado foi anunciado a fim de provar-nos a absoluta previsão de parte daquele Anjo Mais Sagrado que proferiu o Livro. Rogo-te que perceba mais adiante, no verso 39, como o assunto prossegue:</p>
<p>&#8220;Tudo isto&#8221; &#8211; i. e. O Livro da Lei. &#8220;e um livro para dizer como chegastes até aqui.&#8221; i.e. algum registro tal como aquele em &#8220;O Templo do Rei Salomão&#8221;.</p>
<p>&#8220;e uma reprodução desta tinta para sempre&#8221;. i.e. por algum processo mecânico, possivelmente com um exemplar de papel similar àquele utilizado. &#8220;Pois nisto está a palavra secreta e não no Inglês&#8221;. Compare CCXXIII:47.73. O segredo ainda é um segredo para Nós. &#8220;E teu comento sobre este O Livro da Lei há de ser impresso belamente em tinta vermelha e negra sobre o belo papel feito a mão&#8221; i.e. explicando o texto &#8220;para que não haja tolice&#8221; como é dito acima, CCXXI: 36.</p>
<p>&#8220;E a cada homem e mulher que tu encontras, seja para cear ou beber com eles, esta é a lei a dar. Então, nesta felicidade ou não; não tem importância. Faze isto rápido!&#8221; Disto fica evidente que um volume deve ser preparado como denotado &#8211; a Parte IV do Livro 4 foi intencional para realizar este propósito &#8211; e que este livro deve ser distribuído amplamente, de fato, para todos com quem venha a ter contato social. Nós não acrescentamos a este presente pregações ou coisa parecida. Eles podem tomá-lo ou deixá-lo.</p>
<p>Rogo-te que perceba o verso 41 deste capítulo:</p>
<p>&#8220;Estabelece na tua Kaaba um escritório; tudo deve ser bem feito e com jeito de negócio.&#8221;</p>
<p>Esta é, de fato, uma instrução muito clara. Há de ser uma organização empresarial centralizada na Kaaba &#8211; qual, Nós achamos, não significa a Boleskine, mas qualquer sede conveniente.</p>
<p>Rogo-te que perceba no verso 42 deste capítulo a injução: &#8220;Sucesso é tua prova: não argumente; não converta; não fales muito.&#8221; Esta não é nenhuma barreira para uma explicação da Lei. Nós podemos ajudar os homens a tirar suas próprias travas; mas aqueles que preferem a escravidão devem ser deixados a sê-los. &#8220;Os escravos servirão.&#8221; A excelência da Lei deve ser mostrada pelos resultados sobre aqueles que a aceitam. Quando os homens nos vêem como eremitas de Hadit descritos no CCXXII:24, eles concluirão por seguir nossa alegria.</p>
<p>Rogo-te que perceba a completa implicação do capítulo pelo qual cedo ou tarde quebramos o poder dos escravos dos deuses-escravos pela luta real. Basicamente, a liberdade deve contar com a espada. É impossivel tratar nesta epístola dos vastos problemas envolvidos nesta questão; e eles devem ser decididos de acordo com a Lei por aqueles com autoridade na Ordem, quando o tempo chegar. Tu irás notar que Nós te escrevemos mais como um membro da O.T.O. que em tua capacidade como a A A, pois a organização primeiramente mencionada é coordenada e viável, e ocupa-se com coisas materiais. Mas lembre isto claramente, que a Lei vem da A A, não da O.T.O. Esta Ordem é apenas a primeira dos grandes corpos religiosos a aceitar esta lei oficialmente, e todo o seu ritual foi revisto e reconstituído de acordo comesta decisão. Agora então, deixando O Livro da Lei, rogo-te que perceba as seguintes sugestões adicionais para estender o Domínio da Lei de Thelema pelo mundo todo.</p>
<p>1. Todos aqueles que aceitaram a Lei deveriam proclamar o mesmo no trato diário. &#8220;Faze o que tu queres há o ser o todo da Lei&#8221; deve ser a forma invariável de saudação. Estas palavras, especialmente, no caso de estranhos, devem ser pronunciadas em voz clara, firme e articulada, com os olhos francamente fixos no portador. Se o outro for dos nossos, deixe-o replicar &#8220;Amor é a lei , amor sob vontade&#8221; A útima sentença também deve ser usada como a saudação de despedida. Ao escrever, sempre que a saudação seja usual, deveria ser como acima: aberta &#8220;Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei&#8221; e fechada &#8220;Amor é a lei, amor sob vontade&#8221; .</p>
<p>2. Reuniões sociais deveriam ser ralizadas tão frequentemente quanto for conveniente, e lá a lei deverá ser lida e explicada.</p>
<p>3. Os tratos especiais escritos por Nós, ou autorizados por Nós, deverão ser distribuidos a todas as pessoas com quem aqueles que tem aceito a Lei possa estar em contato.</p>
<p>4. No decorrer do estabelecimento de outras Universidades e Escolas de Thelema, instituições e assinantes e outros deveriam ser providos em Escolas e Universidades existentes, a fim de assegurar o estudo geral de Nossos escritos, e aqueles autorizados por Nós como pertinentes ao Novo Aeon.</p>
<p>5. Todas as crianças e jovens, embora não sejam capazes de entender os céus mais exaltados de nosso horóscopo, sempre podem ser ensinados a dirigir suas vidas de acordo com a Lei. Nenhum esforço deveria ser poupado para trazê-los para esta emancipação. A miséria causada às crianças pela ação da lei dos deuses escravos foi, podemos dizer, o primum mobile de Nossa primeira aspiração para a derrocada da Antiga lei.</p>
<p>6. A todo custo lutaremos constantemente para aumentar o poder e liberdade das sedes da O.T.O., pois deste modo a promulgação da Lei tornar-se-á eficiente. Instruções específicas para a extensão da O.T.O. são fornecidas em outra epístola.</p>
<p>A prática constante dessas recomendações desenvolverá habilidades naqueles ou naquelas que as praticarem, de modo que novas idéias e planos estarão continuamente envolvidos.</p>
<p>Além disso, é legítimo que qualquer um comprometa-se com um Voto Mágico com que ele possa, assim, tornar a Liberdade perfeita, mesmo por vinculação, como é devidamente escrito no Liber III. Amém.</p>
<p>Agora, filho, rogo-te que perceba em que casa Nós escrevemos estas palavras. Pois é uma pequena cabana vermelha e verde, cerca do lado oeste de um grande lago e está escondida no bosque. O homem, portanto, está em disputa com a Madeira e a Água; e, sendo um mago, pensa em tomar uma destas inimigas, a Madeira, a qual é ao mesmo tempo efeito e causa do excesso de água, e compeli-la a lutar por Ele contra a outra. O que Ele faz então? Porque, Ele assume o ferro de Marte, um Machado e uma Serra e uma Cunha e uma Faca e Ele divide com isto a madeira contra si, cortando-se em pedaços de modo que ele não tenha mais qualquer força contra Sua vontade. Bom; então toma Ele o Fogo de nosso Pai o Sol, e o ponha diretamente em ordem de batalha contra aquela Água junto a Seu exército de Madeira, que ele tinha conquistado e treinado, estabelecendo-o numa falange como a um Cone, que é a mais nobre de todas as figuras sólidas, sendo a Imagem do próprio Falo Sagrado, e combinado nele o Ângulo reto e o Círculo. Assim, filho, Ele procede, e o Fogo inflama a Madeira, e o calor gerado dirige a Água para muito longe. Contudo, esta Água é uma adversária sagaz, e Ele Madeira fortalecida contra o Fogo por impregná-lo com muito de sua própria substância, como fosse por espiões na cidadela de qualquer aliado que não é completamente confiável. Agora, então, portanto, o que deve o Mago fazer? Ele deve primeiro expelir completamente a Água da Madeira por uma invocação do Sol nosso Pai. Isto é, sem a inspiração do Mais Alto e Sagrado mesmo Nós não poderíamos fazer nada. Então, filho, comece o Mago a colocar seu Fogo na pequena Madeira seca, e aquilo incendeia a Madeira de tamanho médio, e quando aquela arder vividamente, ao fim, as maiores toras, apesar de serem completamente verdes, serão, não obstante, incendiadas. Agora, filho, atenda nisto Nossa censura, e preste o ouvido de teu entendimento à parábola desta Magick.</p>
<p>Nós temos para o completo início de Nosso trabalho, graças esteja eternamente a Seu Sagrado Nome, o Fogo de Nosso Pai o Sol. A inspiração é nossa, e nossa é a Lei de Thelema, que irá colocar a palavra em chamas. E Nós temos muitos pequenos galhos secos, que ardem e queimam rapidamente, deixando a madeira mais larga apagada. E as grandes toras, as massas de humanidade, estão sempre conosco. Mas nossa necessidade cortante é daqueles feixes médios que, por um lado são facilmente inflamados pela Madeira, e, por outro, resistem até as grandes as toras arderem.</p>
<p>(Vêde quão triste uma coisa é, disse o Simeo de Thoth, para alguém ser tão sagrado que não pode rachar uma árvore e cozer sua comida sem preparar sobre isto uma longa e tediosa Moralidade!)</p>
<p>Permita que esta epístola seja copiada e difundida dentre todos os que tenham aceito a Lei de Thelema.</p>
<p>Recebe agora Nossa benção paternal: que a Benção do Pai sêde sobre ti.</p>
<p>Amor é a lei, amor sob vontade.</p>
<p>THERION 9º = 2 A .·. A .·.</p>
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		<title>A Oficialização do Retorno da Sociedade Novo Aeon</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 00:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[No encontro, realizado na casa do falecido Frater Aster, sua viúva, nossa querida Teka, oficializou a passagem da Sociedade Novo Aeon e seu Arquivo para os 4 irmãos presentes na foto, formando um Quadriunvirato que ocupará o antigo e extinto cargo de Supervisor Geral da SNA. Em breve, notícias sobre a Ordem dos Cavaleiros de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><div id="attachment_53" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.aumgn.sociedadenovoaeon.org/wp-content/uploads/2010/11/Captura-de-tela-2010-11-15-às-22.47.261.png" rel="facebox"><img class="size-medium wp-image-53 " title="O Encontro" src="http://www.aumgn.sociedadenovoaeon.org/wp-content/uploads/2010/11/Captura-de-tela-2010-11-15-às-22.47.261-300x222.png" alt="" width="300" height="222" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Encontro</p>
</div>
<p>No encontro, realizado na casa do falecido Frater Aster, sua viúva, nossa querida Teka, oficializou a passagem da Sociedade Novo Aeon e seu Arquivo para os 4 irmãos presentes na foto, formando um Quadriunvirato que ocupará o antigo e extinto cargo de Supervisor Geral da SNA.</p>
<p>Em breve, notícias sobre a Ordem dos Cavaleiros de Thelema.</p>
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		<title>Luz</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AUMGN</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ó tu que aspiras o conhecimento da Luz Vigente; Não procure nem nos vales nem no meio dessa gente; Observa-te a ti mesmo, enquanto inocente; E desfruta da emoção de ser um Sol-Sempre-Fulgente. Sobe pelo interior do teu corpo como numa escada para o céu; Passando e passeando; Por Passagens e Passeios; Irremediavelmente indescritíveis no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>Ó tu que aspiras o conhecimento da Luz Vigente;</p>
<p>Não procure nem nos vales nem no meio dessa gente;</p>
<p>Observa-te a ti mesmo, enquanto inocente;</p>
<p>E desfruta da emoção de ser um Sol-Sempre-Fulgente.</p>
<p>Sobe pelo interior do teu corpo como numa escada para o céu;</p>
<p>Passando e passeando;</p>
<p>Por Passagens e Passeios;</p>
<p>Irremediavelmente indescritíveis no papel.</p>
<p>Guarde à sete chaves;</p>
<p>Aquilo que concerne às Sete Portas;</p>
<p>Pois o Teu não é o Meu;</p>
<p>Assim como o Meu não é o Teu.</p>
<p>Sê com cuidado às coisas grandes;</p>
<p>E sê mais cauteloso ainda àquelas ínfimas;</p>
<p>Pois assim como deves angariar a fervorosa secura do Dia;</p>
<p>Também se faz necessário para com o remanescente relento da</p>
<p>Noite.</p>
<p>Sê tu sempre essa Luz Macia;</p>
<p>E uni-te para sempre com o Infinito;</p>
<p>Nunca com ânsia de resultado e histeria;</p>
<p>Mas com Vontade Pura e sem atrito.</p>
<blockquote><p>Poema escrito em meados de 2001e.v.</p></blockquote>
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